Meu espaço

Aqui nada acontece (às vezes)

Ponte

Antes de ontem (dia 17 de janeiro de 2011) caiu a ponte de Águas de São Pedro, na rodovia SP-304, no trecho que liga a cidade à Piracicaba.
Soube do ocorrido pelo meu pai, por volta das 9 horas da noite, quando ele voltou para casa. Ele nos contou que enquanto trafegava pela estrada com sua moto, ao passar pelo posto da Polícia Militar Rodoviária, foi parado por um dos soldados. Ele então foi perguntado se iria para a cidade de Piracicaba, ao que respondeu negativamente. Então foi avisado de que a ponte havia sido interditada nos dois sentidos, pois a sua cabeceira havia desmoronado devido as fortes chuvas. Nuvem de tempestade

Pensei em ir até o local para tirar fotos, e noticiar na internet, mas acabei desistindo da ideia.

A EPTV Campinas exibiu uma reportagem sobre o problema, que vocês podem conferir logo abaixo.

19 de janeiro de 2011 Posted by | Notícias e política | , | Deixe um comentário

Alzheimer

Hoje estava a verificar minha caixa de entrada de correio eletrônico e acabei me deparando com uma mensagem interessante enviada por minha tia, em 5 de maio de 2009, às 15:08.
Sei que é difícil acreditar na credibilidade de algumas mensagens enviadas para nós, mas nesta vejo que não há nada de mal que surja da prática das atividades citadas.
Deixo a seguir a íntegra do texto a mim enviado.

Importantíssimo

A cada 1 minuto de tristeza perdemos a oportunidade de sermos felizes por 60 segundos.

Sobre o Alzheimer
Roberto Goldkorn é psicólogo e escritor

Meu pai está com Alzheimer. Logo ele, que durante toda vida se dizia ‘o Infalível’. Logo ele, que um dia, ao tentar me ensinar matemática, disse que as minhas orelhas eram tão grandes que batiam no teto. Logo ele que repetiu, ao longo desses 54 anos de convivência, o nome do músculo do pescoço que aprendeu quando tinha treze anos e que nunca mais esqueceu: esternocleidomastóideo.
O diagnóstico médico ainda não é conclusivo, mas, para mim, basta saber que ele esquece o meu nome, mal anda, toma líquidos de canudinho, não consegue terminar uma frase, nem controla mais suas funções fisiológicas, e tem os famosos delírios paranóicos comuns nas demências tipo Alzheimer.
Aliás, fico até mais tranqüilo diante do ‘eu não sei ao certo’ dos médicos; prefiro isso ao ‘estou absolutamente certo de que…’, frase que me dá arrepios.
E o que fazer… para evitarmos essas drogas?
Como?

Lendo muito, escrevendo, buscando a clareza das idéias, criando novos circuitos neurais que venham a substituir os afetados pela idade e pela vida ‘bandida’.
Meu conselho é para vocês não serem infalíveis como o meu pobre pai; não cheguem ao topo, nunca, pois dali só há um caminho: descer. Inventem novos desafios, façam palavras cruzadas, forcem a memória, não só com drogas (não nego a sua eficácia, principalmente as nootrópicas), mas correndo atrás dos vazios e lapsos.
Eu não sossego enquanto não lembro do nome de algum velho conhecido, ou de uma localidade onde estive há trinta anos. Leiam e se empenhem em entender o que está escrito, e aprendam outra língua, mesmo aos sessenta anos.
Coloquem a palavra FELICIDADE no topo da sua lista de prioridades: 7 de cada 10 doentes nunca ligaram para essas ‘bobagens’ e viveram vidas medíocres e infelizes – muitos nem mesmo tinham consciência disso.
Mantenha-se interessado no mundo, nas pessoas, no futuro. Invente novas receitas, experimente (não gosta de ir para a cozinha? Hum… Preocupante). Lute, lute sempre, por uma causa, por um ideal, pela felicidade. Parodiando Maiakovski, que disse ‘melhor morrer de vodca do que de tédio’, eu digo: melhor morrer lutando o bom combate do que ter a personalidade roubada pelo Alzheimer.

Dicas para escapar do Alzheimer:
Uma descoberta dentro da Neurociência vem revelar que o cérebro mantém a capacidade extraordinária de crescer e mudar o padrão de suas conexões.
Os autores desta descoberta, Lawrence Katz e Manning Rubin (2000), revelam que NEURÓBICA, a ‘aeróbica dos neurônios’, é uma nova forma de exercício cerebral projetada para manter o cérebro ágil e saudável, criando novos e diferentes padrões de atividades dos neurônios em seu cérebro. Cerca de 80% do nosso dia-a-dia é ocupado por rotinas que, apesar de terem a vantagem de reduzir o esforço intelectual, escondem um efeito perverso; limitam o cérebro.
Para contrariar essa tendência, é necessário praticar exercícios ‘cerebrais’ que fazem as pessoas pensarem somente no que estão fazendo, concentrando-se na tarefa. O desafio da NEURÓBICA é fazer tudo aquilo que contraria as rotinas, obrigando o cérebro a um trabalho adicional. Tente fazer um teste:

– use o relógio de pulso no braço direito;
– escove os dentes com a mão contrária da de costume;
– ande pela casa de trás para frente; (vi na China o pessoal treinando isso num parque);
– vista-se de olhos fechados;
– estimule o paladar, coma coisas diferentes;
– veja fotos de cabeça para baixo;
– veja as horas num espelho;
– faça um novo caminho para ir ao trabalho.

A proposta é mudar o comportamento rotineiro!

Tente, faça alguma coisa diferente com seu outro lado e estimule o seu cérebro. Vale a pena tentar!
Que tal começar a praticar agora, trocando o mouse de lado?
Que tal começar agora enviando esta mensagem, usando o mouse com a mão esquerda?

FAÇA ESTE TESTE E PASSE ADIANTE PARA SEUS (SUAS) AMIGOS (AS).

‘Critique menos,
trabalhe mais.
E, não se esqueça nunca de agradecer!’

Sucesso para você!!!

13 de janeiro de 2011 Posted by | Vida | | Deixe um comentário

Olá

Clique aqui para ouvir essa lista no site do goear

31 de agosto de 2010 Posted by | Vida | Deixe um comentário

Aniversário de Águas de São Pedro

Hoje foi o aniversário de Águas de São Pedro.

25 de julho de 2010 Posted by | Notícias e política | , | Deixe um comentário

Uma viagem

Hoje eu e minha família fomos até a cidade de Salto, interior do estado de São Paulo, por uma iniciativa de minha mãe. Vamos então prosseguir com a minha enfadonha narrativa…

Ao lá chegarmos, meu pai pediu informações a um senhor em uma rua comercial da cidade. Depois seguiu e estacionou o carro na Praça da Bandeira, ao lado da Igreja Matriz da cidade, e quase em frente a um campus da CEUNSP. Apesar de ser um sábado, havia uma grande quantidade de alunos no local.
Na Praça Antônio Vieira Tavares tiramos fotos em frente à fonte lá existente. Numa das esquinas da praça há o edifício da Secretaria da Cultura e Turismo do município, e lá entramos. Um atendente estava ao telefone, e ao nos ver entrar tratou de com desculpas dispensar quem estava do outro lado da linha. Meu pai a ele começou a fazer questionamentos, enquanto eu e meu irmão viamos fotos que estavam postadas nas paredes da sala de espera. Quando atentei-me às explicações do atendente, ele estava a falar do Parque Rocha Moutonnée, do Monumento à Padroeira e por fim da Ponte Pênsil, que no momento estava interditada. Então agradecemos e dali saímos. Na frente da Secretaria estava uma carroça com um burro ali estacionada e duas jovens estudantes a rir e acariciar o animal.
Meus pais decidiram visitar a Praça Dr. Archimedes Lammoglia, por ser bastante próxima de onde estávamos (apenas alguns passos). Um dos carros que ali transitava parou para que pudéssemos atravessar a rua, e então chegamos na praça, que é parte do Complexo Turístico da Cachoeira.

Praça Dr. Archimedes Lammoglia
Sentei-me em um banco da Praça Dr. Archimedes Lammoglia para observar o Rio Tietê.

Infelizmente constatei algo que já esperava: o Rio Tietê é imundo. A quantidade de lixo presente em suas margens era enorme. Em algumas conversas que ouvi na cidade, o lixo estava mais aparente em decorrência das chuvas intensas dos dias anteriores, que elevaram o nível do rio, espalhando lixo pelas suas margens, e com o declínio do nível da água tornavam os dejetos visíveis.
No complexo turístico visitamos o Memorial do Rio Tietê, onde uma jovem simpática ali nos atendeu, fazendo questão de nos explicar um pouco sobre a história do rio. Aproveitei para ir a um deque que ali havia para poder tirar fotos da cachoeira, como vocês poderão ver a seguir.

Cachoeira
Uma foto da cachoeira do Rio Tietê no centro de Salto.

Cachoeira
O deque do Memorial do Rio Tietê, no canto inferior esquerdo da foto.

Após esta visita ao Memorial, fui até uma pequena ilha que fica ali ao lado, que é chamada de Ilha dos Amores. Segundo as placas indicativas do local, esta ilha tem este nome pois antigamente muitos casais iam ao local para namorar. A ilha já chegou a ser coberta pelas águas do Tietê durante uma grande enchente.

Ilha dos Amores
Eu na Ilha dos Amores. Ao fundo, comportas no Rio Tietê e a Rodovia Convenção Republicana.

Depois disso decidimos almoçar. Fomos ao centro para ver quais opções teríamos. Minha mãe perguntou a uma funcionária de uma loja se ela conhecia algum bom lugar para se "fartar com boas refeições", ao que foi respondida gentilmente pela moça sorridente. Fomos ao tal lugar, que possuía auto-serviço. Comi lasanha e salada; meu pai fartou-se com muita carne bovina e de frango, minha mãe comeu a sobremesa dela e de todo o resto da mesa e meu irmão, como de costume, comeu suas favoritas batatas fritas.
Saímos do restaurante e na esquina nos deparamos com uma balança eletrônica numa farmácia. Assim que meu pai a viu, instigou a todos nós para que nos pesássemos. O fizemos e seguimos nossa caminhada até uma pequena praça ao lado de um terminal de ônibus. Meu pai foi buscar o carro com meu irmão e eu e minha mãe os aguardamos ali sentados. Assim que chegaram, embarcamos para o próximo destino: o Parque Rocha Moutonnée.

Atravessamos a ponte sobre o Rio Tietê e seguimos pela estrada paralela ao rio, chegando em poucos minutos ao local. Chegamos simultâneamente com um casal em uma picape importada.
Logo na entrada há uma espécie de galpão com algumas placas informativas sobre a geologia do local, e ali ao lado está a rocha que dá nome ao parque.

Rocha Moutonnée
A Rocha Moutonnée. Na placa verde na parte inferior da foto lê-se: "Vamos cuidar que é nosso"; na placa azul ao lado lê-se: "Ajude a preservar o patrimônio de nossa cidade / Não suba na Rocha Moutonnée". Apesar do incentivo para cuidar da propriedade, é possível ver algumas pichações grafadas na rocha.

Um fato engraçado ocorreu: nós parávamos para tirar fotos em alguns locais, e logo após deixarmos a área, o casal que chegou junto conosco ia visitá-lo. Parece-me que o local não os agradou, pois praticamente logo após ver a rocha e circular um pouco em seu entorno, eles foram embora.
Caminhamos para a parte baixa do parque, e ali encontramos um senhor, funcionário do parque, a varrer folhas que cobriam uma das trilhas do local. Como é costume de meu pai, ele logo começou a cavaquear com o homem, fazendo-lhe diversas indagações. Pelo que vi, o senhor também era "bom de prosa", e como minha mãe e meu irmão víamos que o assunto estendería-se longamente, decidimos continuar a visita sem meu pai.
Seguimos pela trilha que beirava o Rio Tietê e constatamos de perto a poluição. A quantidade de garrafas plásticas era enorme. Vocês podem ver isso na foto abaixo.

20 de fevereiro de 2010 Posted by | Viagens | | Deixe um comentário

Minhas comidas favoritas nº 3

Cá estou com mais uma apresentação de minhas comidas favoritas.
Quem me conhece sabe que sou um perdigão, pois não importa o jogo, de cacheta a videogames, facilmente perco em todos. Meu irmão até irrita-se comigo dizendo que eu nunca persisto numa jogatina, por isso não teria prática o suficiente em nenhum jogo para poder vencer. Mas quando ele vê que eu fico insistentemente (por meses até) jogando um mesmo jogo e continuo a perder sobejadamente, ele diz que sou um tremendo noob.

Agora você deve estar pensando: "o cara primeiramente me fala de comida, depois vem com esse assunto de jogo? Que p*#%$ é essa?" Calma, explicar-me-ei. É que devido ao enorme número de derrotas que costumo experienciar, acabo enfurecendo-me facilmente e desconto minha ira em gulosaria.

Entre os alimentos que engulo para diminuir meu desgosto pelas derrotas (afinal, não é fácil comer e jogar ao mesmo tempo, por isso a comida acaba sendo a desculpa para parar de jogar) apresento-lhes algo que costumo comer bastante:

Pipoca
Pipoca!

Adoro pipoca. Como quase diariamente uma tigela inteira (como essa da foto). Tamanha a minha gulodice que meu irmão alcunhou-me de "pipoqueiro safado", o que sinceramente não faz o menor sentido, já que não vendo pipocas e não sou desavergonhado.

É isso aí! Das Américas para o mundo, viva esta maravilha que é a pipoca! Sorriso

31 de janeiro de 2010 Posted by | Comidas e bebidas | | Deixe um comentário

Revendo eventos do ano de Nosso Senhor de 2009

E cá estou, o último dia do ano em que ficarei sentado à frente deste computador a escrever algo neste blog que estás a ler neste momento (se é que alguém é paciente o suficiente para ler o que escrevo).

Pois bem, este ano foi caótico para mim. Caótico mesmo. Desorganizei-me de tal maneira que não fui capaz de reverter totalmente a situação adversa. Dormia à tarde e estudava nas madrugadas. Às vezes nem dormia. A verdade é que queria mais tempo para fazer mais coisas, e através desse pensamento desordenado é que minhas forças foram se exaurindo (e consequentemente não conquistando o objetivo almejado), e com o cansaço exorbitante é que meus estudos foram prejudicados. Creio que em todas as provas que tive a partir do segundo semestre de 2009, li os textos que deveria ter estudado por meses somente de seis à quatro horas antes do exame. Sendo assim, não podia ser diferente: minha pior nota foi 6,5 e minha melhor foi 9, e no meio um amontoado de setes.
Mas aí você pergunta: "Que mal há nisso?". O problema é que sei que podia ter feito bem melhor. Só fiz o suficiente para obter uma nota média ou um pouco acima dela. Errei no ano passado ao deixar todas as tarefas para o último minuto, só que neste ano fiz ainda pior. Espero ter forças e fé para deixar-me guiar para o lado da luz e da sanidade para assim poder ser mais feliz ano que vem.

Pois bem, este ano tive alegrias. Algo que quase sempre em toda a minha vida até este momento eu sempre reclamei foi da minha falta de sorte. Mas agora notei que a possuo e sempre possuí, mas não atentava que ela sempre estava presente em "pequenos grandes" detalhes. Não foi só pelo fato de ter encontrado uma cédula de R$ 5,00 no meio-fio, assim como várias moedas que pagaram parte das xerocópias que tirei para meus estudos, mas sim porque tenho energia elétrica, porque tenho o que comer, porque tenho pessoas em que posso confiar. Acreditem, mas há pessoas que nem isso têm, e sofrem com certos detalhes que acabam sendo desvalorizados por aqueles que desfrutam de tais bens. Ceguei-me perante pequenas coisas que menosprezava antes, mas que agora vejo que elas me dão sorte, e que posso utilizá-las para viver melhor.

E é isso. Se foi um ano ruim, tentarei fazer melhor. Se foi bom, tentarei fazer melhor do mesmo jeito. É como sempre digo: "É a vida."
O.k., que venha 2010.

30 de dezembro de 2009 Posted by | Vida | | Deixe um comentário

É só comigo que acontece mesmo…

Para variar, umas coisas tolas que só acontecem comigo…

Estava eu a editar um artigo na Wikipédia, e nele fiz alterações consideráveis (para não dizer enormes). Fazia tudo isso no próprio editor de wikitexto do site, mas aí ocorreu o infortúnio. Na metade de meu trabalho eis que a energia elétrica acaba! Maldição! Não sei como não gritei impropérios no momento, assim como não sei como não fiquei enfuriado.
Fiquei mesmo desesperado… como? Eu havia perdido assim todo o trabalho feito. Agora só posso voltar a editar em uma outra hora quando tiver paciência, qualidade esta que se encontra ausente em minha pessoa na maior parte do tempo.
Mas ainda não havia acabado…

Já que não havia energia elétrica decido dormir para descansar um pouco. Passava das 14 horas nesse momento. Pus então o despertador para tocar às 20:00 h.
Demorei ao menos uma hora na cama até adormecer, porém acordo com o som alto do vizinho a tocar música sertaneja…
Olho para o relógio e vejo: não era nem cinco e meia da tarde. Continuo deitado mas a música não para, e para “melhorar” a situação, a conversa alta “ajuda” em meu descanso. Passada meia hora, levantei, e vendo que a energia havia voltado, decidi ligar o computador, afinal não conseguiria dormir naquela situação. Sento na cadeira e aperto o botão de força. Notei então uma coisa: os sons haviam cessado.

Pensei comigo mesmo: “só faltava essa”, mas a verdade é que era isso mesmo. Onde estava o barulho? Tudo havia parado de imediato. Era um silêncio incomum, sem latidos dos cachorros, gritos de crianças, barulhos de motores… nada. E assim tive de amargar o resto do dia com dor de cabeça.

É triste ver como a Lei de Murphy funciona tão bem comigo!

9 de novembro de 2009 Posted by | Vida | , | Deixe um comentário

Aventurando-me com bovídeos

Venho aqui contar um breve causo que me ocorreu na quarta-feira, dia 14 de outubro de 2009.
Após uma afadigosa aula de latim na faculdade, o sol a pino e o céu sem nuvens deixava o clima extremamente quente. Para ir até minha casa tenho de passar por um loteamento dotado de muitos terrenos baldios, e neles por diversas vezes um proprietário de uma quinta das proximidades utiliza o local para seu gado pastar.
Eis que retornava para casa e lá estava o gado a pastar e estercar as ruas da cidade. Como permitem que o gado ande pela área urbana? Só aqui onde vivo mesmo.

Loteamento
O loteamento que citei, em foto datada de 2008. O lugar é cheio de lixo e carcaças de animais mortos, inclusive de alguns novilhos que ali faleceram.

Pois bem, passo ao lado de bois, vacas e novilhos a ruminar quando adiante, à minha esquerda, vejo um mamífero artiodáctilo ruminante a mugir em alto tom. Acho que neste momento o leitor já deve imaginar o evento ocorrido.
Era um boi com grandes e pontudos cornos, de pelagem marrom e nem era assim tão grande… não era um brutamontes como um desses nelores que costumamos ver em leilões de gado reprodutor.
Como estava dizendo, vi ali o boi a mugir. Ele estava de costas para mim naquele momento. Ele mugia até que passei "ao lado" (uns 20 m de distância) dele, quando repentinamente ele parou de "bradar" quando me avistou. Naquele momento eu não o fitava, só caminhava rumo a minha casa. Como que num mau pressentimento olhei para trás sem um motivo específico, quando surpreendi-me com o boi a mugir ainda mais alto que dantes e a se aproximar de mim imprimindo certa velocidade em suas passadas! Assustado, pus-me a correr!
Corri por alguns metros apenas e voltei a olhar para trás, e lá vinha o ruminante a avançar! Foi aí que apertei o passo e corri o mais que pude…
Quando a uns 300 m de distância e já bastante ofegante, observo a minha retaguarda novamente para assegurar que estou em segurança. Ao longe vejo o boi parado ao lado de uma montanha de terra por onde passei, onde tratores estavam a escavar a rua para por galerias pluviais. Creio que foi este obstáculo que deteve o avanço do animal.
A partir daí só caminhei até minha casa rindo de meu infortúnio.

É isso! Espero que tenham se divertido com minha desgraça… é só rindo para não chorar!

18 de outubro de 2009 Posted by | Vida | , | Deixe um comentário

Algumas atualizações

Deixo aqui algumas atualizações dos últimos tempos:

A colmeia de vespas ou marimbondos, não sei, foi destruída por meu pai. Envergonho-me de não ter sido eu o que resolveu o problema. Como ele já queimou diversas colmeias quando criança, não foi nada difícil para ele fazer esta arder.

Da semana do dia 3 de agosto ao dia 14 pude ficar em casa, tudo isso devido a uma decisão da Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo e do Ministério da Saúde. Então aproveitei para jogar Resident Evil 5. Fiquei a jogar durante dias inteiros para tentar o mais rápido possível ganhar todos os troféus do jogo. Resultado: não consegui. Agora tentarei novamente só quando eu retornar para casa nas festas de fim de ano.

Resident Evil 5
É Chris, tentei mas não deu…

O meu irmão já me "atropelou" quanto aos troféus no PlayStation 3. Não duvido que ele consiga 100% em todos os jogos que temos em casa. Para quem ficou curioso, aí está meu Portable ID:

Quando ganhar meu primeiro troféu de platina contente virei aqui contar meu feito!

E quanto as aulas… vou mal. Eu obtive péssimas notas no último semestre. Confesso que estou extremamente triste e desanimado, mas ainda não acabou. Veremos o que o destino me reserva desta vez, mas espero que seja algo bem melhor que antes.

24 de agosto de 2009 Posted by | Vida | , | Deixe um comentário